São exatamente 1:11h da madrugada
E eu aqui escrevendo...
Poxa, eu não entendo!!!
Há algo de podre no reino da Dinamarca
Você aí e eu aqui...
Parece coisa de panaca.
Até quando vou sofrer por sua causa?
Em 2022, faz 15 anos que sou leitor. Comecei devorando todos os suspenses que eu encontrava nas bibliotecas – isso graças a uma professora que leu um conto de Sherlock Holmes em duas aulas de literatura quando eu estava na 8ª série e despertou meu interesse pela leitura. Há 10 anos, eu realmente nem olharia para “Não leve a vida tão a sério”. Sempre disse que não gosto de autoajuda (e não gosto mesmo, mas...) e que nunca leria um livro desses, mas é como diz o ditado: nunca diga nunca. E cá estou eu, mordendo a própria língua. Realmente, autoajuda não é meu estilo favorito, mas a vida é feita de fases, e, às vezes, alguns livros caem bem em determinado momento que estamos vivendo. Esporadicamente, tenho lido um ou outro livro desses, como “O Monge e o Executivo” ou “A sutil arte de ligar o f*da-se” (ótimo livros, por sinal). E agora chegou a vez de “Não leve a vida tão a sério”, de Hugh Prather. Este livro é de 2004, então não trata do tema internet. Tampouco é um manual mi...
E eu, amante da chuva que sou Não posso ouvir o barulho de uma Que já saio correndo... Dançando na chuva Numa dessas noites, lá estava eu Fazendo a minha performance Quando um rapaz para o carro e fica me olhando Dançando na chuva O olhar dele era sincero, Ele tinha um sorriso misterioso... Mas foi para ele (e só para ele!) que eu fiquei Dançando na chuva Aquela foi apenas a primeira de muitas noites Que ele iria me ver. Bastava chover, e ele sabia que eu estaria lá... Dançando na chuva Depois de um tempo (várias chuvas, por sinal), Em uma noite senti meu coração bater mais forte. O que era aquilo? Não sei, mas eu continuava Dançando na chuva Eu queria falar com ele, mas tinha vergonha... E bastou um sorriso para tudo mudar Quando vi por mim, estávamos nós dois Dançando na chuva Ele dançava bem... e saía comigo em todas as noites de chuva. Não há sol que pague o quanto nos divertíamos. Eu e ele; nos molhando......
Estou tão cansado há meses não escrevo porque simplesmente não está tendo como não tenho tempo e quando tenho tempo não tenho energia não tenho inspiração. A vida adulta é um apanhado de decepções amorosas boletos três empregos para pagar os boletos uma rotina extremamente massante com algumas coisas boas no meio do caminho para equilibrar e dar um incentivo para seguir em frente. Estou cansado às vezes me arrastando mas sigo firme e forte igual geleia ou prego na areia quase trintando e esperando as coisas acontecerem e fazendo minha parte é claro só não trabalhando enquanto eles dormem porque aí já é querer demais dez onze horas de trabalho por dia já está extrapolando meus limites. Seguimos em frente sempre na esperança de coisas melhores de tempos melhores de dias melhores plantando as sementes e esperando que algumas germinem. É sobre isso e (não) (nem sempre) (quase...
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