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sábado, 21 de julho de 2012

Cedo ou Tarde


Cedo ou tarde a gente vai se encontrar, tenho certeza numa bem melhor...”

Realmente, é o que eu mais quero! Dizem que a primeira namorada a gente não esquece; mas no meu caso eu não esqueci da minha primeira “quase” namorada. Você foi a melhor coisa que me aconteceu e eu fiz questão de nunca esconder isso... Até mesmo depois da nossa “separação” (inexplicável separação!). Não é preciso mais do que um parágrafo para dizer que, se eu pudesse, correria agora para os seus braços, pois você me marcou, garota. O tempo passa, as pessoas mudam, mas você continua no meu coração. Só tenho boas recordações de você, das nossas conversas... E se eu pudesse (ah se eu pudesse!) voltaria no tempo. Voltaria até chegar em você e “lutaria” mais; pois hoje sofro por ter desistido tão rápido após as circunstâncias que culminaram nisso tudo, na nossa “separação”. Para encerrar, eu te deixo um recado: Meu amor, cedo ou tarde a gente vai se encontrar...

sábado, 14 de julho de 2012

Não Posso Parar


Vários amigos escritores já me falaram que é normal ficarmos um tempo sem escrever, sem ter inspiração. Para quem estava escrevendo loucamente como eu há quase dois anos, confesso que essa fase sem inspiração está me assustando.

É o seguinte: desde que comecei a criar textos para o blog são criações e mais criações, texto e mais textos surpreendentes até para mim; acredite se quiser. Escrevi ficção, realidade, ficção com realidade, artigos, textos reflexivos e agora me encontro nessa situação: totalmente sem inspiração. E logo agora que comecei meu projeto de escrita de um livro de contos... Não, eu não posso desistir nesse momento. Eu não posso parar!

Poxa, escrever é uma paixão que eu tenho e não escondo de ninguém; zoem o quanto quiserem, pois uma das minhas marcas é sempre zoar junto. Digo sem meias palavras: EU AMO ESCREVER! E nesse mundo da escrita, há muitas pessoas que me incentivam, assim como também há muitos que desprezam totalmente o que eu faço e não estão nem aí. Quem são esses? Não escondo que entre eles está aquele que deveria ser meu maior incentivador: o meu pai. Mas deixa isso para lá, não quero trazer minhas tristezas para esse texto. Repito: podem tentar, mas eu não vou parar!

Alguns me conhecem um pouco mais a fundo a ponto de saber que várias inspirações, vários textos saem das músicas – tanto que esse é o tema da coletânea de contos. E esse aqui não foi diferente. A música inspiradora foi “Can’t Stop” da famosíssima banda de rock – uma das minhas favoritas e que dispensa apresentações – Red Hot Chili Peppers. Eu nem sei sobre o que fala a letra dessa música, mas eu só precisei do título, da mensagem principal para escrever essas linhas.

Confesso que, para escrever tudo isso, estou rachando a minha cuca. Nessa fase em que não estou criando praticamente nada, escrever esse texto está fazendo sair fumacinha da minha cabeça. Acredite, estou me esforçando muito.

Enfim... Acho que já escrevi demais. Agradeço aos que me ajudam, aos que me dão aquela força para continuar no caminho árduo que um escritor precisa percorrer até chegar ao topo. E aos que não estão nem aí para o que eu faço, que se explodam todos! Não vou citar nomes; sei que os que lerem vão se encaixar em um dos dois – confesso que a maioria estará na primeira dedicatória, já que os que não me apoiam e me criticam são realmente uma minoria.

Para finalizar, a palavra do escritor: desistir não é do meu estilo; não costumo fazer isso e poder crer que vou continuar escrevendo até realizar todos os meus sonhos e projetos, seja com inspiração ou até mesmo forçando quando estiver sem inspiração. Uma coisa já coloquei dentro de mim: não vou parar, não posso parar!

sábado, 7 de julho de 2012

Resumindo a Vida


“Nasci, cresci, morri. Sabedoria nesse meio termo adquiri, momentos vivi e disso nunca esqueci.”

A Rainha do Castelo de Ar


E chegamos então ao último livro da Trilogia Millenium. Emoções da primeira à última página, assim como nos outros dois livros da série. Stieg Larsson encerra magistralmente sua Trilogia Best-Seller Mundial que já conta, mais ou menos, com 50 milhões de livros vendidos.
Depois de terminar o 2º livro (A Menina Que Brincava Com Fogo) quase morta com uma bala na cabeça, Lisbeth Salander passa praticamente toda a história do 3º livro no hospital em Sahlgrenska. Mas não é por conta disso que a história se torna monótona, muito pelo contrário. Junto com ela, seu pai - que ela já havia tentado matar duas vezes -, Alexandre Zalachenko - espião russo que viveu protegido na Suécia durante mais de trinta anos. A causa dos ferimentos na cabeça dele fora a machadada que Lisbeth havia lhe dado afim de matá-lo.
Lisbeth estava sendo indiciada por várias e várias coisas e seria julgada assim que estivesse recuperada.
Enquanto ela estava internada, travava-se uma verdadeira guerra do lado de fora por conta dos acontecimentos. Um departamento da Sapo denominado "A Seção" (que também seria o título do bombástico livro de Blomkvist) quer de toda a forma internar novamente Lisbeth Salander em um hospital psiquiátrico, assim como haviam feito quando ela tinha doze anos. E a Seção não mede esforços para que isso se concretize.
Evert Gulberg, agente há muito tempo e com uma doença que está acabando com sua vida, aparece no meio do livro e não dura muitas páginas... Ele vai até o hospital e, sem dó nem piedade, coloca uma bala na cabeça de Zalachenko - que, neste momento do livro, exige à Seção que acabe com Lisbeth para que ele não conte nada do que sabe. Logo em seguida, ele vira a arma para si próprio e se suicida.
Do outro lado da história, Mikael Blomkvist core contra o tempo fazendo uma investigação paralela para descobrir os podres de tudo o que aconteceu e de toda a teoria da conspiração contra Lisbeth Salander. E ele não mede esforços.
No tempo que se passa até o julgamento de Lisbeth, várias coisas acontecem: Mikael começa a escrever um livro contando a história de Lisbeth - e obtém a ajuda dela, após muita luta - , que é lançado no 3] dia do julgamento causando muito impacto na mídia; a Seção age e coloca escutas na redação da revista Millenium e na casa de Mikael, além de encomendar sua morte para um assassino com uma metralhadora (isso acontece em um restaurante enquanto ele jantava com sua amiga/amante Erika Berger; Anika Gianinni (advogada e irmã de Blomkvist) é a escolhida para representar Salander no tribunal...
Um fato que merece ser citado é a mudança de ares de Erika Berger, que troca a Millenium para trabalhar em um jornal chamado Svenska Morgon-Posten (mais conhecido como SMP). Lá as coisas são bem diferentes do que ela imagina e Larsson acaba colocando Berger em uma enroscada quando alguém começa a persegui-la e chamá-la - através de e-mails, pichações e até pedradas na vidraça de sua casa - de "puta nojenta". É um mistério à parte que nos prende até que ele revele que se trata do assistente de redação de Erika, que havia estudado na mesma escola que ela e tinha um ódio por ela.

Enfim, é chegado o dia do início do julgamento de Lisbeth Salander e o que parecia impossível, acontece. Com uma performance surpreendente, a advogada Anika Gianinni joga a procuradoria, representada por Richard Ekstrom, no chão e Salander é absolvida de todas as acusações. Além da soltura de Lisbeth, são presos, após uma minuciosa investigação que teve Mikael Blomkvist como principal detetive, todos os elementos da "Seção" e também o doutor Peter Teleborian, que havia internado Lisbeth numa clínica de reabilitação quando ela tinha seus doze anos e que estava cuidando para que isso acontece de novo.

Quando tudo parecia tranquilo, Stieg Larsson elabora todo um contexto para um final com uma luta alucinante entre Lisbeth e o gigante loiro - seu meio irmão com analgesia congênita, Ronald Niederman.

E para encerrar de vez, Stieg Larsson enfim, para a alegria dos leitores, resolve amolecer o coração de Lisbeth Salander e faz com que ela aceite novamente Mikael Blomkvist em sua vida. Como amigo. Eles ficaram dois anos sem se falar e, nesse tempo, Blomkvist tentou de todas as maneiras falar com ela, mas sem sucesso. Porém, mesmo sem ela falar com ele, Blomkvist ajudou-a com todas as forças e ela reconheceu isso no final.

E aqui termina a Trilogia Millenium. Uma obra perfeita para os amantes dos livros de ação e suspense. Não podemos esperar mais livros de Stieg Larsson, pois o autor morreu misteriosamente logo após entregar a Trilogia aos seus editores. Só nos resta descobrir autores tão bons quanto Larsson...



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