Feed Rodolfo Escritor

terça-feira, 31 de maio de 2011

Eu Não Entendi

Abro o caderno para escrever. Tiro a caneta do bolso e começo.
De repente... doze badaladas no sino da igreja: é meia-noite. Essa que é uma estranha noite que o sono não vem, mas vêm outras coisas: sem explicações, começo a pensar em todas as garotas que me fizeram a cabeça: E., S., T., C.,D., D., P., J., J., J., L., ...

Porque elas me vêm a mente justo agora? Sei lá! Só lembro de todas as lições que ganhei gostando de todas elas e hoje estar aqui, sozinho.
Cada ato equivocado, cada brincadeirinha fora de hora, cada erro, me fez tomar um pé na b...de cada uma delas. Raiva? Jamais! Pelo contrário, eu preciso ser corrigido para saber quando estou errando.

De todas essas, apenas uma gostou realmente de mim e serei eternamente grato por toda alegria que ela me forneceu.

E enquanto eu penso como terminar esse texto, me lembro então que hoje estou sozinho, sem carinho, com o coração partido e esperando alguém para amar.
Desisto, depois desse pensamento, acho que termino por aqui...Entendeu? Nem eu!

sábado, 28 de maio de 2011

Não Sei...


Não sei rimar,
Não sei amar,
Não sei gostar.

Só sei gastar,
Pirraçar
E me embebedar.

Um dia isso vai acabar
E minha cabeça vai rolar...
Porque não sei amar,
Só sei gastar.

A Pobreza no Brasil e no Mundo


Quando uma pessoa qualquer passa pela rua e vê um mendigo, muitas vezes ela se pergunta o porque de ele estar ali; o que teria acontecido para que aquela pessoa estivesse lá naquele momento. É uma questão que pode envolver muitas respostas, vai depender do passado daquela pessoa.
Há muitas pessoas que nascem em berço de ouro e ficam pobres enquanto passam os anos; outros nascem em condições desfavoráveis, conquistam m bom patamar durante sua vida e, de repente – ou aos poucos – ficam sem dinheiro. E há também aqueles que nascem, crescem e, por falta de oportunidades morrem pobres.
Uma realidade triste, mas que atinge cerca de 16,2 milhões de pessoas no Brasil e 1,7 bilhão de pessoas segundo o Índice de Pobreza Multidimensional (MPI, em inglês). Assunto presente em vários debates ao redor do mundo, na ONU (Organização das Nações Unidas) e também em encontros de autoridades políticas. A ONU, inclusive tem vários projetos que visam resolver essa questão, alguns até em andamento, mas que não estão conseguindo “dar conta do recado”.
A pobreza tem vários níveis, podendo ir de pobreza extrema, àquela grana que acaba uma semana depois que você recebe seu salário.
Vítima dessa última, Mário Alexandre, estudante universitário, sofre com a falta de dinheiro:
Ganho um salário mínimo, que só dá para pagar a faculdade, transporte e curso. O resto do mês dependo de favores de terceiros pois meus pais são separados, moro apenas com meu pai que não pode ajudar porque está desempregado. Ou então fico devendo, fazer o quê?”
Aqui no Brasil, o maior projeto que temos para a diminuição da pobreza é o Bolsa Família, que dá um auxílio para as famílias que comprovam que, com sua renda, não dá para se sustentar o mês inteiro. Bastante criticado pela oposição, que afirma que o programa é um insulto às famílias pobres do país, o Bolsa Família tem, digamos, seus “afilhados”, como o Auxílio-Gás, entrega de material escola gratuitamente em vários municípios, entre outros.
Mesmo com todos esses recursos, ainda existe muitos pobres em situação extrema, morando na rua. Muitas vezes esses mendigos que a gente vê pedindo ajuda na rua, já tiveram uma ótima vida, carros, moraram fora do país, etc. Outros são poliglotas e muito inteligentes que, por um erro no passado, perderam tudo e não conseguiram se erguer.
As perspectivas, mesmo com todos esses programas e esforços das autoridades do mundo inteiro, são de que a situação piore. Essa perspectiva pode muito bem servir de força para a criação de mais programas do tipo, com o intuito de reverter essa situação.

sábado, 21 de maio de 2011

Poema das Músicas

Eu sei que é pra sempre, enquanto durar (Titãs – Porque eu sei que é amor)
Ah, como é bom poder te amar! (Luan Santana – Meteoro)
Agora eu sei exatamente o que fazer (Charlie Brown Jr. - Só Os Loucos Sabem)
Hoje preciso de você com qualquer humor, com qualquer sorriso (Jota Quest – Só Hoje)
E quando a gente se esbarra (Jorge e Mateus – Aí Já Era)
Aí já era (Jorge e Mateus – Aí Já Era)

É tudo tão real, mas nada normal (Victor e Léo – Nada Normal)
Eu estava satisfeito só em ser teu amigo (Pimentas do Reino – Pensando em Você)
Mas o que será que aconteceu comigo? (Pimentas do Reino – Pensando em Você)
As cores lá fora me disseram pra continuar (Cine – As Cores)
Queria saber voar, (Chimarruts – Saber Voar)
Te encontrar de qualquer jeito (Jota Quest – Só Hoje)
Pra gente namorar, se divertir (Aviões do Forró)

Eu não mudaria nada em você (Jullie e Joe Jonas – Eu Não Mudaria Nada em Você)
Eu quero só você! (Fabio Jr. – Só Você)
Diferente demais (Jullie e Joe Jonas – Eu Não Mudaria Nada em Você)
Com certeza você é meu ponto de paz (Replace – Ponto de Paz)
Aonde quer que eu vá, te levo comigo (Restart – Levo Comigo)

Te Amo (Rihanna – Te Amo)


Amar...

"Amar é um ato de coragem." (Paulo Freire)

Escrevendo ao Som de Uma Canção


Escrevo ao som de uma canção
Canção que toca meu coração
E me faz lembrar de quando você era minha paixão

Ah, saudades daquele tempo!
Quando para você, eu era tudo
E você, para mim, indispensável.

Mas já não é assim,
O tempo passou...
E hoje você já não está aqui,
Perto de mim.

A canção continua
E com ela, as lembranças.
Lembranças que me fazem perceber
Que você ainda está no meu coração,
Não sei como, apenas sei.

Um dia espero reencontrá-la
Pra gente continuar nosso romance
Pois você foi a primeira,
E gostaria que fosse a única.

Se algum dia ler esse poema
Só quero que saiba que,
Apesar dos momentos difíceis
E das guerras que a gente passou
Que culminaram na nossa separação
Você ainda está aqui,
Viva, dentro do meu coração.

sábado, 14 de maio de 2011

Relatos de Uma Garota em Pânico na Sexta-Feira 13



Ontem fui dormir cedo. Posso afirmar que bati meu recorde ao ir para a cama às oito e meia da noite. Nem sei o que aconteceu, só sei que estava com um bocado de sono.

No meio da noite, deveria ser umas duas horas da madrugada, de um súbito eu acordei. Estava estranha, fiquei um tempo sentada na cama e deitei novamente. De repente, vejo uma luz se acender no corredor. Sem problemas, pensei que fosse minha mãe, mas os minutos passavam e a luz não se apagava. Virei para o outro lado e olhei para o meu rádio-relógio: marcava 2h20. Fechei os olhos e dormi...ou não? Quando olhei de novo era 2h22. Fiquei assustada, pois, para mim, já havia dormido mais de hora, e fiquei com aquilo na cabeça, enquanto a luz continuava acesa.

Então eu me levantei na ponta do pé para olhar o que estava acontecendo lá fora: não tinha ninguém. Fui até o quarto da minha mãe e ela estava lá, dormindo normalmente e meu pai roncava à beça.

“Ué?”, pensei. “O que essa luz está fazendo ligada?”

Depois desse rápido pensamento, dei meia volta, rumei em direção ao quarto e apaguei a luz. Voltei para a cama, me cobri novamente com meu cobertor quentinho e fechei os olhos.

De repente, um clarão me faz abrir os olhos: a luz estava acesa novamente. Agora eu me assustei de fato, pois eu mesma que havia apagado-a e tudo estava em silêncio e calmo na casa. Foi quando a porta do meu quarto se abriu lentamente fazendo aquele barulhinho famoso que a gente tanto ouve nos filmes de terror.

Naquele momento estava paralisada dos pés a cabeça. Me cobri todinha e fiquei apreensiva só com os olhinhos para fora do cobertor. Por dois minutos, eu acho – ah, sei lá, nem tinha noção de tempo ali -, tudo ficou em silêncio e calmo; nada mais. O medo já estava passando e eu achando que a porta havia  aberto por causa do vento.

Tudo mudou quando a luz do meu quarto acendeu sozinha. Gelei! Não conseguia mexer um músculo sequer. Meus olhos estavam fechados e eu não tinha coragem de abrí-los. A tensão tomou conta de mim e, debaixo do cobertor, vi vultos rodando no meu quarto...

Meu cobertor foi arrancado de mim e foi parar lá perto da porá. Me encolhi na cabeceira da cama. Senti algo pegar meu pé e resolvi gritar.

---Aaaahhh! Socorro!Socorro!

 Gritava, esguelava e ninguém vinha.

---Pai, pai! Mãe, mãe!
O que havia acontecido com eles?

Enquanto isso, a “coisa”(não sei o que era aquilo) que pegava no meu pé começou a me apertar e eu não conseguia me mexer. Seja lá o que fosse, havia me prendido.

Estava dura como uma pedra. Não conseguia e nem podia me mexer. O que estava acontecendo? Meu Deus, o que era aquilo?

Pelo menos a porta do quarto estava aberta...

PAAAH!

Não estava mais. Putz! Meu medo aumentou e ouvi uma risada. Ela era grossa, como a de um homem velho. Mas que risada maléfica! De repente, outra risada se juntou àquela e agora, claro, eram duas.

Tentei me levantar e vi que estava livre. Dei um pulo e corri para a porta. Foi quando algo me agarrou pelos cabelos e me puxou.Doeu! A “coisa” me derrubou e eu gritava mais ainda.

---Socorro! Socorro! Soc...

Senti algo apertando meu pescoço. 




Não conseguia respirar, meu ar estava sumindo e eu me debatendo. Não sei o motivo, mas saía sangue da minha boca,muito sangue... A minha vista já estava escura quando, ao longe, ouvi um barulho. Em segundos esse barulho se tornara insuportável e eu já começava a perder os sentidos,suava frio quando... Pulei na cama. Era meu despertador e minha mãe estava do meu lado preocupada porque eu não conseguia acordar com o despertador.

---Levanta, filha! Hoje é... sexta-feira 13.
 

O Futuro de um Desempregado

Preciso de um aumento
Esta situação eu não aguento
Minha vida só piora,
E meu saláro não melhora

Acho que qualquer hora dessa
Peço minhas contas e vou embora

E se eu fizer, como vai ser?
Um novo desempregado o Brasil vai ter
Pelas ruas a procurar
Com esperanças de um melhor emprego encontrar.


(Rodolfo / Deisy)

sábado, 7 de maio de 2011

Mãe

A todas as mamães, essa é minha homenagem pra vocês tão especiais para nós. Essa é uma musica do Marcelo Crivella que retrata muito bem o que é...Mãe.
Parabéns!!!

Mãe,
É o calor que sentimo
É a voz que ouvimos
Antes de nascer

Mãe,
É a pura amizade
É a maior saudade
Que alguém pode ter

Mãe,
É o amor sem medida
É a mão estendida
A nos abençoar

Mãe,
É o remédio que cura
Com a doce ternura
De um simples olhar

Mãe,
É o coração que sente
O que está dentro da gente
É quem sofre a nossa dor

Mãe,
É a alma que não peca
É o rio que não seca
É a fonte do amor

Mãe, minha mãe, minha amiga
Tua voz me consola, Teu colo me abriga
Mãe, minha mãe, minha amiga
A gente se liga desde a sua barriga

Mãe,
É o tempero perfeito
É o doce de côco
É o amor, o respeito
A imagem querida
Que até um louco
Carrega no peito

Mãe,
É a palmada de amor
Que dói um pouquinho
É o Anjo da Guarda
É o lar, é o ninho
É a luz que ilumina
O nosso caminho

Mãe,
É a discussão
Que sempre acaba em perdão
É a briga sem mágoa
É o sabão, é a água
Que lava e consola as tristezas
Do nosso coração

Mãe,
É o amor de coruja
Que não vê o defeito
Do filho perfeito
Do seu coração
É a infância querida
É o berço da vida,
Onde a gente feliz,
naquele colo tão lindo
Dorimia cantando e acordava sorrindo!

*também disponível em Curiosidades e Esquisitices

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Covardia

*Galera, como falei antes, aqui no blog irei colocar textos do meu cotidiano.Esse aí,por exemplo, é um texto escrito numa aula da Faculdade.
É um artigo sobre violência.*

Em um mundo bagunçado como o de hoje, falar de violência é complicado. É doméstica, infantil e nessa, nem os animais escapam.

Entre as desgraças acima, irei sucintamente falar sobre a violência infantil. Não vou dizer que é a pior, pois todas são, mas é uma tremenda covardia essa história de espancar uma criança porque ela está chorando de madrugada( isso irá fazê-la chorar mais ainda), ou simplesmente, abandonar um bebê recém-nascido no meio do mato ou jogá-lo para o outro lado do muro, como vimos uns tempos atrás na TV.

O pior é saber que, ao falar que estão arrependidas, essas pessoas cruéis não sofrem nenhum dano , ou pelo menos uma resposta ao que fazem com as crianças.

Só nos resta a conscientização de que isso não é legal e a torcida para que a situação mude e essas atitudes saiam da moda.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget