Feed Rodolfo Escritor

sábado, 28 de novembro de 2015

Por que tão rude?


“Why you gotta be so rude?”

Essa é a frase da música Rude da banda Magic que me fez lembrar o quanto certos namorados sofrem com seus sogros. A frase acima é direcionada ao pai da garota que não quer dar a benção para eles se casarem. Agora pense comigo: quantos pais não fazem isso? Por inúmeros motivos, muitos deles fazem isso, sim! E aí sobra para o namorado se virar para conquistar a confiança do pai da moça; alguns até conseguem, já outros... Se casam sem a permissão, como no clipe dessa música, que, por sinal, é muito engraçado, já que o cara casa com uma touca vermelha. Alguém conhece um noivo que casou de touca?

[Tempo para pensar...]

É, imaginei mesmo que ninguém conheceria um homem que casou de touca...

Mas voltando ao tema dessa crônica, porque alguns pais são tão rudes? Me diz, por quê? Será que eles se esqueceram que tiveram que conquistar a confiança do sogrão? Ou será que foi tão difícil que eles querem fazer igual só por uma forma de “vingança”? Alguns alegam que isso acontece porque são cuidadosos e se preocupam demais com o futuro de suas princesas. Tudo bem, essa é uma boa resposta e até aceitável, mas será mesmo que eles se esqueceram que um dia, há muito tempo, eles também tiveram que “roubar” a filha do sogro?

Fazendo uma comparação, parece até aqueles professores de faculdade que são ruins, chatos, malas e orgulhosos que reprovam um aluno por meio ponto. Aí eu pergunto: será que eles nunca precisaram de meio ponto quando estavam fazendo sua graduação? Será que eles se esqueceram do passado ou fazem isso hoje para descontar o que aconteceu quando eles estudavam? Resumindo a comparação entre pais e professores: tanto um, quanto o outro esquece do passado.

[Em minha defesa, gostaria de esclarecer que essa é uma visão geral e que nem todos os pais e professores são assim. Atenção, isso não é uma crítica, ok?]

Quando o candidato a marido da filha é um traste, até que eu dou maior apoio à oposição do paizão protetor. O chato é que, às vezes, o cara é um pilantra e o pai sabe e não está nem aí — vale lembrar que tem aquele que se faz de bonzinho e engana a todos. Mas há casos em que o rapaz é gente boa, esforçado em relação à vida profissional (não necessariamente rico, até por que dinheiro não traz felicidade), com boas amizades e boas influências e mesmo assim não é aceito pelo pai da garota.


Esse é um assunto que renderia muitas linhas se fossemos discuti-lo mais a fundo, mas que, dificilmente, mudaria a cabeça de um pai. O jeito, caros candidatos a um casório, é torcer para que seus sogros gostem de vocês.

sábado, 31 de outubro de 2015

Destrua Este Diário: O Início

Oi pessoal, tudo bem? Há um tempo eu não posto regularmente aqui no blog (falta de tempo, sabe comé, né?) e essa semana um amigo me perguntou se eu tinha abandonado o blog; falei que não, mas confessei que as inspirações não estão vindo com tanta frequência — e quando veem, é sempre nos momentos em que não tenho tempo. Isso é um triste fato, realmente.


A parte boa é que eu agora arrumei para a cabeça: depois de muito tempo, finalmente consegui comprar o livro “Destrua Este Diário”, que está bem aqui embaixo...


Não se trata de um livro comum, afinal, não se anda por aí destruindo livros. Mas foi justamente isso que me chamou a atenção em “Destrua Este Diário”. Essa quebra de paradigma de detonar um livro, quando é sempre o contrário o que fazemos — temos o maior cuidado com nossos livros, não temos? — me deixou curioso e com vontade de participar e agora finalmente vou poder fazê-lo (falei bonito, não foi?)


Antes de começar a destruição, dei uma olhada em alguns vídeos feitos por Booktubers e ri de algumas peripécias que o livro proporciona para o(a) dono(a). Quando eu comprei, apenas pensava em tirar fotos e gravar alguns vídeos para guardar de lembrança, mas aí me veio na mente uma ideia: por que não compartilhar isso com vocês? Mas como?

Bom, uns sabem editar vídeos no You Tube. Eu sei escrever. E sei também que mesmo com tantos vídeos algumas pessoas ainda param para ler as postagens de blogs. Sendo assim, resolvi criar um “diário de bordo” do “Destrua Este Diário”. Funcionará da seguinte forma: vou selecionar algumas das destruições e vou postando aqui conforme o tempo me for permitindo. Tirarei fotos e postarei alguns vídeos, mas sem edição; algo totalmente amador e simples, por que o simples, ah... Eu amo tudo o que é simples! E já vou avisando: não vou destruir na ordem ;)

Para começar, tirei uma foto de como ficou o preenchimento da página que pede nossos nomes de várias maneiras. A que eu mais gostei foi a segunda (“escreva seu nome de forma ilegível”). Eu nunca havia escrito meu nome de forma ilegível. Mas confesso que escrever meu nome de trás para frente também foi legal.


Em seguida, vêm as instruções e a primeira atividade é para numerar à mão as páginas do livro, o que eu demorei um certo tempo para fazer, confesso. A próxima missão é arrebentar a lombada e essa eu gravei. Ficou ruim? Ficou. Mas a ideia aqui não é ser nada profissional em vídeos, mas sim mostrar para quem não entende de certos assuntos que nem tudo precisa ficar perfeito. O importante é tentar.


video
*P.S.: No vídeo, eu falo que é para arrebentar a borda, mas na verdade é a lombada. Isso vamos chamar de #falhatecnica

Bom, pessoal, é isso. Espero que tenham gostado da ideia e que apareçam mais vezes para acompanhar a destruição do meu diário. Se possível, opinem!

Abraços a todos! =)

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A música e o coração

Uma música relaxante — como a que estou ouvindo agora — te inspira a escrever. Não só a escrever, mas a pensar na vida; ela é daquelas que te convida a fechar os olhos e se desligar do mundo ao curtir a melodia suave que sai dos fones e vai direto para a mente e para o coração. E por falar em coração, ele, juntamente com as músicas, são o tema dessa crônica.

Na mesma proporção em que uma música relaxante — como a que eu estava ouvindo, pois ela já acabou — te inspira a escrever e a pensar na vida, uma música romântica te inspira a pensar em determinada pessoa. Não há nenhuma novidade para nós em afirmar que música marca, não é? Pessoas, lugares, momentos bons e ruins... Mas as maiores lembranças são de fato as do coração, as que lembram um amor.


A música que tocava no momento em que vocês se conheceram ou se beijaram pela primeira vez; uma música em comum que os dois gostam demais; ou aquela música cuja letra e melodia, de uma forma que você não sabe explicar, te faz lembrar aquela pessoa que se ama ou que já amou um dia...

Enfim, esses foram só alguns exemplos de como uma música pode se tornar tão especial para uma pessoa lembrar-se da outra que está distante ou para um casal fortalecer seus laços. Ela é poderosa! Oh, se é! Creio eu que todos já tiveram em sua vida pelo menos uma música que marcou, aquela que aperta o peito toda vez em que a escuta, independente de ser uma lembrança boa ou ruim, amorosa ou qualquer outra.

Tem pessoas que sofrem horrores ao ouvir uma canção que marcou um relacionamento que não existe mais. Choram, sentem a dor de não ter mais aquela pessoa ao seu lado. E essa é uma situação realmente complicada, pois outra pessoa nunca vai saber o que estamos sentindo de verdade e mesmo que desabafemos com alguém, quem está te escutando vai sentir apenas um pouco da sua dor. Enquanto isso tem pessoas que sorriem horrores ao ouvir uma canção que está marcando seu relacionamento atual. Ela não percebe, mas sorri e se pega pensando nele toda vez que escuta aquela que eles chamam de nossa música. Ele não percebe, mas sorri e se pega pensando nela quando ouve uma cuja letra tem tudo a ver com ela.

Mas o que não podemos esquecer é que os que hoje choram ao ouvir uma música, há algum tempo já sorriram e os que hoje sorriem, há algum tempo já choraram. É a gangorra da vida, onde uma hora você está em alta e em outra se está em baixa. E a única coisa que podemos fazer é viver intensamente a vida, aproveitar cada momento como se não houvesse amanhã, pois cada momento é único. Temos que sorrir, temos que chorar, amar, perdoar e mais um monte de verbos terminados em ar. Essa é a vida, meus amigos. E como diria Lulu...


Vamos viver tudo o que há pra viver. Vamos nos permitir!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Sim, casais fazem coisas simples!

Sabe, é aquela velha história de sempre: coisas simples podem se tornar legais se as vermos do ângulo correto. E, por consequência disso, coisas que parecem legais podem se tornar as mais chatas e entediantes. Incrível, não é? Não, não é incrível... Trata-se apenas da forma como vemos as coisas e como as tratamos.

Namorar é a coisa mais legal do mundo, desde que saibamos levar um namoro sadio adiante — e é por isso que muitos acabam não dando certo. Pare, pense e faça, numa folha de papel, duas colunas. Intitule-as de “coisas que gosto de fazer com minha namorada” e “coisas que não gosto de fazer com minha namorada”. É pouco provável de se encontrar a palavra sexo na segunda coluna e a expressão fazer compras no shopping na primeira.

Fala sério, qual cara vai querer passar metade de um dia fazendo compras com a parceira no shopping? Olha, tem alguns que querem e esses sim são aqueles que conseguem conquistar o coração de uma garota porque são diferentes dos outros. Na época do “ficar só por ficar”, tanto garotas, como garotos aprendem a “pegar e não se apegar” e a cada dia fica mais difícil de se encontrarem relacionamentos duradouros e sinceros. Mas não perca as esperanças, caro leitor, porque eles existem! Existem caras capazes de fazer uma garota se apaixonar novamente, verdadeiramente. E existem garotas capazes de fazerem um cara se apaixonar. E sabe como isso acontece?

Por um simples motivo: destino. Quem nunca passou por isso de correr atrás de uma pessoa e ela não te querer, ou talvez até querer, mas não gostar de você? São os chamados amores platônicos ou, simplesmente, não correspondidos. É, em alguns casos não tem jeito e todo esforço se torna em vão. Já em outros casos, quando o destino coloca seu dedinho, tudo dá certo (e da forma que você menos esperava!). E quando isso acontece... Bom, voltamos ao tema principal do texto.

Quando isso acontece, tudo que se faz ao lado do(a) parceiro(a) se torna algo interessante e bacana, por mais que, se você tivesse só, acharia a coisa mais chata do mundo. Ok, há exceções. Às vezes um casal cai na rotina e aí, meu amigo, minha amiga, realmente fica chato e o remédio é só um: dialogar, tentar unir as ideias e pensar em coisas legais e diferentes para se fazer.

Procurar emprego, por exemplo, não é, nem de perto, a coisa mais legal do mundo. Mas quando se está ao lado de quem ama, até isso se torna legal. Entendeu o que eu quero dizer? Quando um casal sai para procurar emprego, os dois de mãos dadas, isso passa uma confiança enorme um ao outro e até a esperança aumenta. Ande três, quatro horas no sol entregando currículos e ficará cansado; ande três, quatro horas no sol entregando currículos com seu(sua) companheiro(a) e perceberá que vocês estão mais próximos, mais ligados. Os dois estarão cansados, porém, aliviados por terem feito algo desse porte juntos. E depois de um dia cansativo, claro, cabe uma comemoração (só não vale exagerar no valor, já que estão procurando emprego, hein?!) que fica a critério de cada casal. Hummm...

Esse exemplo dos currículos foi só para demonstrar como podemos fazer de momentos que aparecem em nossas vidas, uma chance de se aproximar mais de quem se gosta.


Casais, façam coisas diferentes! Saiam para passear com o cachorro, leiam um livro juntos, assistam filmes, inventem algo para cozinhar e se lambuzem (sim, se lambuzem! Passem farinha no rosto um do outro, ovo, sei lá, qualquer coisa...), façam guerrinha de travesseiros, joguem baralho, dominó, vídeo-game, limpem a casa juntos com o som bem alto, belisquem (de leve) uns aos outros, pulem, dancem juntos e, quando cansarem, se deitem no chão ou no sofá, ou no colinho e aproveitem o momento. Depois de brincarem, bagunçarem, beijem, diga “eu te amo”, abracem, mostre para a pessoa que está ao seu lado que ela é tudo para você!

domingo, 12 de julho de 2015

Perdões para recomeçar - Concurso Literário #brasilemprosa

"Um assassinato. Uma vida jogada fora. Um arrependimento. E agora? É possível perdoar?"

Pessoal, estou participando do concurso literário ‪#‎brasilemprosa‬ da Amazon com esse conto. Quem puder comprar ou pelo menos compartilhar para me ajudar na divulgação, agradeço *---*

O conto é sobre o poder do perdão na vida de quem quer ser perdoado e também na vida de quem precisa perdoar. Tá muito bacana!

PS: É só 1,99 em formato digital e você pode comprar clicando no link abaixo:
http://www.amazon.com.br/Perd%C3%B5es-para-recome%C3%A7ar-Rodolfo-Andrade-ebook/dp/B011C235OC/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1436753834&sr=8-1&keywords=perd%C3%B5es+para+recome%C3%A7ar 



segunda-feira, 6 de julho de 2015

A insegurança das garotas nos relacionamentos


Hoje em dia trair é algo normal. Mas chegamos a um ponto que é tão normal, que quando a pessoa não trai, ela sofre com a insegurança do(a) parceiro(a). Mas não pense que é algo pessoal com você, caro amigo leitor. Isso nada mais é do que medo de que o que aconteceu no passado venha a se repetir. Claro, há grandes chances, pois grande parte das pessoas são infiéis, mas isso não quer dizer que realmente vá acontecer com você e que você será trocado ou trocada.

As mais inseguras em relacionamentos são as mulheres, pelo simples motivo de levarem o passado em suas mentes e não conseguirem esquecê-lo de jeito nenhum, independente do que o namorado atual faça para que isso venha a acontecer. Não tiro a razão delas de serem inseguras, porque a vida é realmente cruel às vezes e nos dá umas pancadas que doem para caramba e o anticorpus que todos criamos é tentar nos blindar para que o que aconteceu não venha a se repetir. Mas isso é culpa de quem? Dos filhos-da-puta do ex-namorados dessas garotas. Que fizeram toda a merda na vida delas, que as traíram, as trocaram, as jogaram para escanteio... E depois deram um famoso “pé na bunda” delas, consequentemente, traumatizando-as se não para o resto da vida, eu diria que por um bom tempo.

Mas existem caras legais, caras bacanas, à moda antiga e que jamais fariam isso com uma garota. Garotos que se aproximam, começam a gostar, se apaixonam e passam a amar suas garotas. Um amor legal, bonito de se ver, mas que, de vez em quando, empaca, trava, dá tiute e o coitado nem sabe o porque... Alguns morrem sem saber o porque isso acontecia, pois se casou com a mulher e ela não contou-lhe tudo sobre o seu passado. Por falar em passado, vou abrir um parênteses aqui nesse texto para falar que quem vive de passado é museu (e isso vale principalmente para as sofridas meninas), mas que, para um relacionamento mais interessante, é bem melhor que ambos contem sobre seu passado e não escondam nada, para que, ao surgir uma crise ou uma situação um pouco mais tensa, o cônjuge saiba como tratar aquilo sem magoar a outra pessoa.

É muito importante sabermos o passado dos(as) nossos(as) companheiros(as). Mas, no caso das mulheres, é preciso esquecê-lo para não o envolver em seu relacionamento atual, o que causa um clima chato, porque homem nenhum gosta de ouvir falar de ex, assim como mulher também não gosta e, cá para nós, também sente um ciúme da porra! Brincadeiras à parte, o ideal é encontrar a medida certa do namoro (ou do casamento, que seja), tratando principalmente do presente e planejando um futuro com a pessoa que está contigo hoje e que certamente gosta de você a ponto de aguentar seus defeitos por muitas vezes sem sequer reclamar.

Meninas, avaliem o cara que estão saindo, ficando, namorando, noivas ou casadas. Veja se ele merece mesmo que vocês lembrem só dos sofrimentos do passado e desconfiem que ele vá fazer igual. Analise bem, talvez ele não seja assim, talvez seja um cara diferente que só quer te fazer feliz e te amar a vida inteira. Há pessoas boas e ruins nesse mundo, há caras honestos e fieis que nunca te trocariam por outra, nem que essa outra seja ainda mais gostosa que você, e também há aqueles pilantras mais safados que existem, que só querem de você seu belo corpo e noites de sexo e que, quando enjoam, vão atrás de outra. Analise o tempo que passaram juntos, veja se ele te deu motivos para desconfiar ou se, ao contrário da maioria, ele é do bem e se você está se deixando levar pelo passado não acreditando na índole dele por causa dos seus outros companheiros.

Meninos, tenham calma com as meninas, pois seu(s) antecessor(es) pode(m) não ter sido tão gente boa como você é. Garotas são inseguras por natureza e a maioria é devido ao seu passado; temos que ter paciência com isso e fazer disso um motivo a mais para provar para ele que você é diferente dos outros e que realmente gosta muito dela. Para que os que são cafajestes, filhos-da-puta aproveitadores, pensem no que já fizeram e se querem se casar um dia. Veja se não é preciso mudar e partir em busca de um verdadeiro amor...


Como diriam os tuiteiros de plantão: #FicaaDica 

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