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sábado, 31 de março de 2012

Feedback - Especial 100 posts

De onde vem tanta inspiração? Digo "tanta" pq ñ 100 posts em apenas um ano de blog (o Rodolfo Escritor faz niver em abril), pra mim, é uma marca mt bacana. Desses 100 posts, foram 2 vídeos e + 3 q ñ são textos. O resto é criação.

Tentando responder a pergunta, fiz 1 levantamento dos textos q escrevi desde o ano passado até esse exato momento e nomeei, pra melhorar + a situação, 6 categorias pra vcs verem de onde vem essa inspiração toda... rsrs

São elas: dia-a-dia, pessoal, tristeza, sem explicação, garotas e músicas.

Um texto pd ser encaixado em uma ou + categorias; varia mt da situação e da inspiração q tive p/ criá-los... Eu ia colocar aki só o total, + decidi deixar a lista inteira pra vcs apreciarem...


INSPIRAÇÕES

  • Atlântica, a Menina da Floresta: dia-a-dia
  • Só Mais Uma Chance: músicas
  • Os Filhos Sempre Sofrem Mais: músicas
  • Ao Lado de um Grande Homem: dia-a-dia
  • Com Você: músicas
  • Um História Com Um Final Não Feliz: dia-a-dia, tristeza, pessoal
  • Abraço de Amigo: dia-a-dia, tristeza
  • O Paulão e a Empregada: dia-a-dia
  • O Poder da Música: músicas, pessoal
  • A Influência das Redes Sociais: dia-a-dia
  • Textos Profissionais: pessoal, garotas
  • Você em Mim: pessoal, garotas
  • Desabafo de um Revoltado: pessoal, garotas
  • Acabou: garotas, músicas
  • Amor de Twitter: dia-a-dia, músicas, garotas
  • Sainha Vermelha: dia-a-dia
  • O Último Texto: pessoal, tristeza
  • Escrever: pessoal
  • Dançando na Chuva: sem explicação
  • Sinto Falta de Você: músicas, garotas, pessoal
  • O Enfermeiro e a Paciente: dia-a-dia
  • Paciência: pessoal, garotas
  • Um Halloween Inesquecível: sem explicação
  • Amizade de Busão: pessoal, garotas
  • O Homem da Máscara Permanente: músicas
  • Dançando na Chuva (parte 2): dia-a-dia
  • Causos do Transporte Público: dia-a-dia
  • Amizade de Busão (parte 2): pessoal, garotas
  • Seu Sorriso: músicas, garotas
  • Cedo ou Tarde: pessoal, músicas, garotas
  • Vida de Solteiro: pessoal, dia-a-dia
  • Distância: garotas
  • Assassinato no Natal: sem explicação
  • Ano Novo Longe da Mamãe: pessoal, tristezas
  • Apaixonados e Suas Músicas I: músicas
  • Apaixonados e Suas Músicas II: músicas
  • Apaixonados e Suas Músicas III: músicas, pessoal, garotas
  • Apaixonados e Suas Músicas IV: músicas
  • Ela Disse Sim: músicas
  • Você Vai Morrer: dia-a-dia
  • Um Apaixonado Agradece: músicas, pessoal, garotas
  • Não Saia da Linha: sem explicação
  • Relatos de uma Garota em Pânico na Sexta-Feira 13: sem explicação
  • Até Quando: sem explicação
  • Escrevendo ao Som de uma Canção: músicas
  • Não Sei: sem explicação
  • O Futuro de um Desempregado: dia-a-dia
  • O Que Você Me Fez: sem explicação
  • Poema das Músicas: músicas
  • Poema das Músicas Internacionais: músicas
  • Sentimentos: sem explicação
  • A Culpa é do Sorvete: dia-a-dia
  • A Farsa: pessoal, tristezas
  • A Pobreza No Brasil e no Mundo: dia-a-dia
  • A Vida e Suas Simplicidades: dia-a-dia, músicas
  • Computador Travando: dia-a-dia
  • Covardia: dia-a-dia
  • Eu Não Entendi: pessoal, garotas
  • Idiota: pessoal, garotas
  • Mulher: dia-a-dia
  • O Lobo Solitário: pessoal
  • O Teste: sem explicação
  • Para Você: sem explicação
  • Pense Antes: dia-a-dia
  • Saudades de Você, Papai: músicas, pessoal
  • Amor Diferente: Pessoal, garotas
  • Poema Misterioso: pessoal, garotas, tristeza
  • Dane-se: sem explicação
  • Amizade Entre Homem e Mulher: dia-a-dia, garotas
  • Tarde Demais: garotas
  • A Minha Sogra: sem explicação
  • M...: garotas
  • Ele é Sherlock Holmes: dia-a-dia
  • Você Fez Isso: músicas
  • Fome: sem explicação 

    O q acontece qndo vc ouve mt (mt música, cm no meu caso!)? Inspiração. O q acontece qndo vc tm mts amigas? Inspiração. O q acontece qndo vc está triste? Inspiração. O q acontece qndo vc está de bm c/ a vida? Inspiração. O q acontece qndo vc vê algo de diferente na rua? Inspiração.

    Normalmente um escritor nunca revela suas fontes de inspiração (na vrdd estou revelando apenas uma porcentagem das inspirações c/ essas categorias), + vcs, leitores do blog Rodolfo Escritor podem desfrutar das minhas.. Rsrsr

    C/ exceção de alguns pokos ainda na fila de espera, a maioria dos textos tá disponível no blog. Fikem a vont's pra passear por aki e matar a curiosidade de ver algum (ou alguns)

    Encerro por aki, finalizando 1 texto que engloba três. Cm assim? É, assim msm! Além do feedback, pude juntar aki dois textos q estavam a bastante tmpo na minha kbeça pedindo pra serem escritos: "De Onde Vem Tanta Inspiração" e o "Internetês", ou vcs ñ acharam estranho o modo cm escrevi? rsrs...

    Estamos aee pra mais e mais.

    Abraços!

    Rodolfo

sábado, 24 de março de 2012

Tarde Demais

Eu não imaginei, nem me passou pela mente que a nossa história fosse tomar esse rumo tão dramático para mim. Não houve mortes, nem sequestros como acontecem em alguns romances... Aliás, houve uma morte: meu sentimento por você.

Te conheci por um acaso durante um atendimento onde eu trabalho. Você foi até lá para comprar uma rasteirinha tamanho 37, cor rosa. O atendimento ocorreu normalmente e ao fim, você me pediu meu numero de telefone e disse que havia me achado muito bacana. Eu agradeci, retribuí o elogio e, depois de passar meu numero, peguei o seu para mantermos contato. Nenhum de nós sabia, mas ali começava uma dramática história.

À noite, quando cheguei em casa, lembrei de você: seus cabelos morenos, sorriso metálico, maquiagem moderada, roupas discretas... Me peguei sorrindo e percebi que um sentimento estava nascendo. Peguei meu celular com o propósito de te ligar; disquei os números, mas me faltou coragem. Decidi deixar o tempo resolver as coisas.

No dia seguinte, uma surpresa: meu celular tocando: era você! Atendi no segundo toque:

--- Alô!

--- Eduardo?

--- Oi...sou eu. Tudo bem? Perguntei extremamente nervoso.

--- Tudo e você? É a Suellen.

--- Tudo ótimo. Que bacana você ter ligado.
--- Bom falar com você. Sabe o que é?
--- Ham...
--- Tem um filme bacana no cinema e eu estou sem companhia... Você está disponível no domingo?
--- Que legal! Estou sim; domingo é minha folga. Marcado então?
--- Marcado.
Você estava gostando de mim também. Normalmente as garotas não chamam os rapazes para sair. Isso eu iria descobrir em breve.
Pareceu-me que os dias não passavam para chegar logo o domingo. Enfim, chegou o grande dia. Quando a vi, quase desmaiei tamanha a sua beleza. Você estava com um vestido florido até o joelho (de forma que não a deixava vulgar), cabelos soltos, unhas feitas. Em uma palavra defino sua aparência naquele domingo: radiante. Seu sorriso foi tão belo quando me viu, que ali eu tive a certeza que éramos dois apaixonados.
Aquela tarde ao seu lado foi maravilhosa. Conversamos bastante, demos muitas risadas, assistimos ao filme e ainda tomamos um sorvete. Nunca vou esquecer aquela tarde, onde também nos beijamos pela primeira e única vez. Foi algo espontâneo e muito bacana!
Tudo corria bem, mas aconteceu o inesperado: me transferiram no emprego. Eu, em outras palavras, fui "promovido" e iria ficar seis meses recebendo treinamento no exterior para, quando voltar, ser gerente de setor. O pior é que me avisaram em um dia e eu já viajaria no outro. As passagens, inclusive, já haviam sido compradas - ida e volta dali a seis meses.
Profissionalmente falando, aquilo era o paraíso. Minha carreira caminhava para uma estabilidade sem igual. Mas a minha vida pessoal iria desandar, eu sabia! Liguei para você, te expliquei a situação e choramos juntos no telefone. Disse que estaria de volta em seis meses para ficarmos juntos. Nos despedimos ali, para sempre...
Até aqui, contei tudo o que você já sabia. Mas as próximas poucas linhas serão uma novidade que, com certeza, vai te surpreender e te fazer pensar sobre a atitude que você tomou.
Minha viajem/treinamento foi ótima e, nos seis meses que fiquei fora, adquiri uma experiência muito boa que me rendeu elogios dos meus superiores quando leram meu relatório. Como estava determinado, voltei e conquistei o cargo de gerente do meu setor. Agora só depende de mim para ficar lá o resto da minha vida.
Voltando para a vida pessoal. Cheguei com uma saudade enorme de você. Uma vontade de te ver, te abraçar, te beijar. Cheguei de viajem na sexta e planejava te ver no sábado. É, planejava... mas tive uma surpresa tottalmente inesperada.
Eu sabia que você gostava de flores, e não pensei duas vezes em coprar o buquê mais lindo e cheiroso para te dar. Além disso, me arrumei o melhor possível e fui em direção à sua casa. Que decepção eu tive aquela noite em ver você de mãos dadas e em altos risos com um rapaz. Depois vocês se beijaram, enquanto, no escuro da rua de baixo, eu observava tudo. Para mim, aquilo já bastava. Virei-me e vi uma lata de lixo; joguei o buquê dentro com toda a força em um mix de raiva e tristeza.
Tarde demais.
Talvez você não lembre mais de mim ou talvez sim; não sei. E se não lembra, vai passar a lembrar quando abri essa carta. A gente tinha tudo para dar certo, e você... você fez o que fez comigo sem nem me avisar. Não sei qual será sua reação ao ler isso, e também não quero saber. Faça o que você quiser com essa carta e encare isso como um último adeus.


sábado, 17 de março de 2012

Amor Diferente

--- Você é bem tímido, não é?

Tudo começou com essa pergunta; nunca me esquecerei dela. Aliás, como posso esquecer as primeiras palavras que você me disse?

A resposta para essa pergunta é: simplesmente, não dá! Como posso esquecer também os nossos primeiros olhares (antes mesmo de nos falarmos pela primeira vez)? Não dá!

Com você aprendi desde o começo em dar valor aos detalhes, e é por isso que, quando puxo na mente, até consigo ouvir o doce som da sua voz falando comigo pela primeira vez. No momento, é claro que nem liguei e nunca (jamais!) imaginei que iriam acontecer tantas coisas nas nossas vidas... Realmente, foi tudo uma surpresa; uma surpresa agradável!

Desde que nos conhecemos na faculdade e nos tornamos amigos (e isso foi já na segunda conversa), seu jeito me marcou. Sei lá, talvez por você ser tão meiga, ter uma voz tão suave e doce ou pelo seu jeito carinhoso. Não sei responder. Deve ter sido um mix de tudo.

Nossa estranha mania de trocar frases marcantes por mensagem de texto nos aproximou bastante, confesso. Foi talvez uma forma que utilizamos para que permanecêssemos mais tempo juntos, e não só naquele período em que estamos na sala (ou matando aula do lado de fora, ou no bar, ou na biblioteca. Enfim...). Eu adoro isso!

Não sei se você já percebeu isso, mas a nossa química é diferente. Não consigo explicar... O que importa é que criamos uma relação carinhosa um com o outro; uma relação sem maldade, gostosa de se vivenciar.

E um ano depois de nos conhecermos, aqui estamos nós, lado a lado. O que eu tenho a fazer? Apenas agradecer a você, minha princesinha (que ainda por cima é escritora; o que aumenta ainda mais o seu charme) por estar sempre comigo.

Encerro esse texto com um simples e sincero “eu te amo”. Espero sempre podermos estar um perto do outro... minha amiga. Nosso amor é diferente, diria, surreal. Amor em forma de amizade...

Poema Misterioso


O que aconteceu com a gente?
Juro que não sei!
A gente era tão feliz,
Formávamos um casal tão lindo...

Um casal de jovens,
Talvez o mais lindo e mais feliz.
Mas algo aconteceu...
O que exatamente?

Suspeito que a resposta nunca descobriremos.

sábado, 3 de março de 2012

Você Vai Morrer


Meu nome é John. John Snick. Sou psiquiatra e também de alguns casos estranhos que atendo em minha clínica. Normalmente guardo meus textos só para mim; sei lá, não tenho vontade de mostrar para o público o que acontece com meus pacientes. Faz parte da minha ética profissional. Mas sinto que preciso expor os fatos, pelo menos dessa vez. Acontecimentos sem explicação desencadearam um final trágico. Usarei nome fictício para preservar a identidade da família.

Mary Nill era minha cliente desde os nove anos de idade, quando um trauma (um acidente em sua casa) trouxe a ela a necessidade de passar regularmente no psiquiatra. Nesse “acidente”, ocorreu que ela ficou presa no banheiro quando seus pais não estavam em casa – isso foi o dia inteiro. Quando eles a encontraram, ela estava em estado de choque, tremendo... Exames clínicos comprovaram que ela ficou abalada psicologicamente. Na época, o estrago feito pelo acontecimento foi um pouco grave, mas como o passar dos anos, tudo foi voltando ao normal e, mais ou menos um ano depois, tudo havia voltado ao normal. Contudo, seus pais decidiram continuá-la levanto até mim.

Ela era uma boa garota e nos dávamos muito bem. Normalmente uma consulta dura meia hora; no caso dela, passávamos mais de hora conversando. Era muito legal! Sua última visita ao meu consultório aconteceu a mais ou menos um mês. Ela estava estranha; meio assustada. Depois da época do “acidente”, eu nunca mais a tinha visto naquele estado...

¾ Dr. John... Por favor me ajuda!

¾ O que acontece, minha querida Mary?

¾ Parece meio maluco...mas eu tive um sonho onde recebi um “aviso”. De morte...

Sonhos sempre eram causos que deixavam os pacientes encucados. Ela começou:

¾ Na verdade não foi um sonho, foi um pesadelo! É o seguinte: eu estava lá no trampo. Sonhei que estava dormindo lá no refeitório no meu horário. De repente, no sonho, eu acordo, olho no relógio e vejo que preciso passar a digital no marcador de ponto em um minuto... Mas o marcador não estava no lugar dele, mas do meu lado. Aí vem o mais impressionante...

De repente ele se sentiu mal, fugiu a voz e ela ficou branca. Depois de alguns minutos ela ficou bem novamente.

¾ Tem certeza que quer continuar? Perguntei.

¾ Sim, doutor. Preciso continuar.

Fiz-lhe então o sinal.

¾ Aí eu passava a digital e no extrato que sai da máquina (onde ficam os dados e a hora) aparecia uma frase. Uma única frase da qual não vou me esquecer.

¾ E que frase é essa?

¾ “Você vai morrer”

¾ Uau! E quando foi esse sonho?

¾ Ontem.

Gelei. Eu não sou assim, não acredito em sonhos. Mas esse me impressionou e até eu fiquei com medo. Tentei não demonstrar meu estado de espírito depois daquilo e tranqüilizei-ª Expliquei toda a teoria dos sonhos, de modo que ao sair, ela parecia bem mais calma. Aquela tinha sido a última vez que via Mary Nill em vida.

Cinco dias depois estava no meu horário de almoço, assistindo ao jornal que passava na TV. Nos últimos cinco dias, eu havia pensado muito em Mary. Como será que ela estava se sentindo? Eu acabava de obter minha resposta.

De repente um rosto familiar aparece na TV. Era Mary. E ela havia...morrido!

Não, não, não! Como pode? Como assim?

Segundo o jornal, um acidente de trabalho na empresa resultou em sua morte: um toldo luminário que estava sendo montado despencou bem na hora em que ela passava em baixo dele. Morreu esmagada.

Eu fiquei muito mal com a notícia e fiquei sem saber o que fazer. Não voltei mais ao trabalho aquele dia; não conseguia tirar aquele sonho da cabeça. O fato é que ela morreu, e isso não tem mais volta.

Restam apenas perguntas: há uma explicação para a aparição daquela frase na sua vida justamente seis dias antes de sua morte? Teria aquilo sido uma premonição de seu triste fim? Ou, simplesmente, ironia do destino?




A Menina Que Brincava Com Fogo



Dag Svensson; jornalista free-lancer. Mia Bergman; analista. Nils E. Bjurman, tutor de Lisbetuh Salander. Três assassinatos, um elo: mortos pela mesma arma contendo as digitais de Salander. Começa aí o clímax do segundo livro da Trilogia Millenium.
Stieg Larsson mais uma vez supera expectativas e, se você gostou de "Os Homens Que Não Amavam as Mulheres", com toda certeza irá adorar "A Menina Que Brincava Com Fogo"
Depois de descobrirem juntos um assassino em série na família Vanger e "ressuscitar" Harriet Vanger; Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander começam a história sem se falar. Lisbeth, por algum motivo, cortou todas as suas relações com Blomkvist: não responde e-mails, nem cartas e nem quer vê-lo sequer pintado de ouro! Ele tenta de todas as formas (e mais algumas) e não consegue falar com ela. Até que decide respeitar a opinião ela e seguir sua vida.
A Millenium, em alta depois do lançamento do livro bombástico de Blomkvist sobre os "podres" que deixaram Wennerstrom milionário, planeja outra edição épica da revista. Dessa vez, a bomba viria de Dag Svensson, que consegue a confiança dos editores da revista após apresentar seu material de trabalho: anos e anos de pesquisas com um só assunto: denúncias fortes e concisas sobre o tráfico de mulheres provenientes do Leste Europeu.
As coisas correm bem e o livro já está quase na metade quando Dag Svensson e sua mulher e parceira de investigação, Mia Bergman, são assassinados brutalmente. Para piorar a situação o primeiro a ver os corpos e chamar a polícia é Mikael Blomkvist. Ele iria lá pegar a parte final para o fechamento da reportagem. A arma do crime é deixada para trás.
A polícia entra numa investigação pesada para descobrir o assassino e, já no segundo dia da investigação, encontram também Nils Bjurman morto em seu apartamento com um tiro na nuca. A culpa para o triplo assassinato cai sobre Lisbeth Salander, que tinha suas digitais na arma.
Com uma semana de investigação , a polícia declara Lisbeth Salander uma criminosa muito perigosa. E com o passado manchado por várias internações em psiquiatrias e brigas na escola, logo ela é chamada pelos jornais de "psicopata" e apelidos piores. Porém, seu passado nos reserva muito mais surpresas.
Mas em meio a todos, um ser vivente acredita e aposta na inocência de Salander: Mikael Blomkvist. Ela salvou sua vida dois anos antes e era chegada a hora de ele pagar sua dívida. Decide então fazer sua própria investigação e pensar em um elo para as três mortes que não seja Lisbeth. Zala.
Esse é o caminho para provar a inocência da hackerzinha magrela com a tatuagem de dragão nas costas: Zala. Quem é Zala? Paralelo com a caçada à Lisbeth, a caça a Zala é o ponto máximo da trama. Novidades surpreendentes e perigosas se mostram para quem entra no caminho desse misterioso ser.
Com ação e muito suspense do começo ao fim, Stieg Larsson deixa no 2º livro um gostinho de "quero mais"; nos surpreende a cada página e nos convida a ler: "A Rainha do Castelo de Ar" para fechar com chave de ouro essa trilogia magnífica chamada... Millenium.

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