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sábado, 28 de maio de 2011

A Pobreza no Brasil e no Mundo


Quando uma pessoa qualquer passa pela rua e vê um mendigo, muitas vezes ela se pergunta o porque de ele estar ali; o que teria acontecido para que aquela pessoa estivesse lá naquele momento. É uma questão que pode envolver muitas respostas, vai depender do passado daquela pessoa.
Há muitas pessoas que nascem em berço de ouro e ficam pobres enquanto passam os anos; outros nascem em condições desfavoráveis, conquistam m bom patamar durante sua vida e, de repente – ou aos poucos – ficam sem dinheiro. E há também aqueles que nascem, crescem e, por falta de oportunidades morrem pobres.
Uma realidade triste, mas que atinge cerca de 16,2 milhões de pessoas no Brasil e 1,7 bilhão de pessoas segundo o Índice de Pobreza Multidimensional (MPI, em inglês). Assunto presente em vários debates ao redor do mundo, na ONU (Organização das Nações Unidas) e também em encontros de autoridades políticas. A ONU, inclusive tem vários projetos que visam resolver essa questão, alguns até em andamento, mas que não estão conseguindo “dar conta do recado”.
A pobreza tem vários níveis, podendo ir de pobreza extrema, àquela grana que acaba uma semana depois que você recebe seu salário.
Vítima dessa última, Mário Alexandre, estudante universitário, sofre com a falta de dinheiro:
Ganho um salário mínimo, que só dá para pagar a faculdade, transporte e curso. O resto do mês dependo de favores de terceiros pois meus pais são separados, moro apenas com meu pai que não pode ajudar porque está desempregado. Ou então fico devendo, fazer o quê?”
Aqui no Brasil, o maior projeto que temos para a diminuição da pobreza é o Bolsa Família, que dá um auxílio para as famílias que comprovam que, com sua renda, não dá para se sustentar o mês inteiro. Bastante criticado pela oposição, que afirma que o programa é um insulto às famílias pobres do país, o Bolsa Família tem, digamos, seus “afilhados”, como o Auxílio-Gás, entrega de material escola gratuitamente em vários municípios, entre outros.
Mesmo com todos esses recursos, ainda existe muitos pobres em situação extrema, morando na rua. Muitas vezes esses mendigos que a gente vê pedindo ajuda na rua, já tiveram uma ótima vida, carros, moraram fora do país, etc. Outros são poliglotas e muito inteligentes que, por um erro no passado, perderam tudo e não conseguiram se erguer.
As perspectivas, mesmo com todos esses programas e esforços das autoridades do mundo inteiro, são de que a situação piore. Essa perspectiva pode muito bem servir de força para a criação de mais programas do tipo, com o intuito de reverter essa situação.

2 comentários:

  1. Comenta aí, vai...
    Realidade triste que nos atinge

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  2. A realidade é sempre chata! Infelizmente os jovens, eu, somos obrigados a ler artigos como esse para trabalhos escolares.
    Seu artigo está ótimo! Eu é que não gosto de sociologia. Rsrsrs...
    Valeu pela ajuda!

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