Amizade de Busão (Parte 2)

Um certo dia eu estava mexendo no meu celular; pronta para apagar vários números que eu não usava há séculos.
Já tinha apagado todos os não-utilizáveis até chegar na letra “R”. Vi seu nome e, por algum motivo, eu não o deletei da minha agenda. Fiquei matutando comigo mesma e pensando quem era aquele garoto...
De repente lembrei que era a pessoa que havia puxado conversa comigo “do nada” após o ônibus ficar emperrado no trânsito (e que trânsito estava aquele dia!)...
Juro que fiquei me perguntando porque aquele cidadão olhava tanto para mim... “Será que a minha camisa está suja?”, “Minha maquiagem está borrada?”, ou “Será que eu estou linda demais?”.
E você que sempre fala que eu sou linda... Mas não havia motivos explicáveis. “Te achei bacana”. Foi o que você me disse.
Resolvi então mandar uma mensagem cumprimentando-o e você logo me respondeu. Daí para frente, não paramos mais.
E hoje sei o motivo pelo qual falou comigo: você pode ver o futuro, pois estava escrito que seríamos grandes amigos.
E digo mais: hoje eu sei quanto a sua amizade vale a pena. Todos os momentos que passamos juntos de três meses para cá, fizeram valer aqueles três meses que levamos para descobrir essa amizade. Os momentos felizes em que rimos juntos e aqueles tristes em que unimos nossas forças para ultrapassá-los juntos.
Mesmo que me dessem um colar com brilhantes e outras pedras preciosas, não chegariam nem perto do valor da sua amizade... Pois ela não tem preço e nada pode pagá-la (nem Mastercard!)



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